
VIVA VOZ (2002)
| Outros Títulos: | Speaker phone (USA) |
| Gênero: | Comédia |
| Direção: | Paulo Morelli |
| Roteiro: | Márcio Alemão |
| Produção: | Paulo Morelli, Andrea Barata Ribeiro |
| Música Original: | Paul Mounsey |
| Fotografia: | Luis Branquinho |
| Edição: | Paulo Morelli |
| Direção de Arte: | Cláudia Briza |
| Figurino: | David Parizotti |
| Maquiagem: | Luiz Camargo |
| Efeitos Sonoros: | Silvio Da-Rin, Cauê Custódio, Beto Ferraz |
| Efeitos Especiais: | Marcelo Siqueira |
| Efeitos Visuais: | Ariel Wollinger |
| Nota: | 3.5 |
| Filme Assistido em: | 2006 |
| Dan Stulbach | Duda |
| Vivianne Pasmanter | Mari |
| Betty Gofman | Déia |
| Ernani Moraes | Policial |
| Paulo Gorgulho | Policial |
| Graziella Moretto | Karina |
| Luciano Chirolli | Abílio |
| Kiko Mascarenhas | Flavinho |
| Genézio de Barros | Francisco |
| Otávio Martins | Alicate |
| Fábio Herford | Monstro |
| Supla | Sávio |
Festival de Cinema do Recife, Brasil
Troféu Passista de Melhor Edição
Duda é um empresário que acaba de receber uma grande quantia em dinheiro que mudará sua vida. Muita gente está de olho na grana que ele pretende usar para abrir novas lojas de sua confecção e cumprir a promessa feita ao irmão Sávio, morto há dez anos num acidente de carro.
Durante todo esse tempo, ele, que até hoje se sente culpado pela morte de Sávio, juntou dinheiro para realizar o sonho do irmão e recomeçar sua vida sem culpa. Para isso, o primeiro passo a dar é separar-se da amante Karina, uma das funcionárias que trabalham em sua fábrica de confecções.
Tomada a decisão, telefona para sua mulher, Mari, pedindo-lhe para que compre um vestido novo para, juntos, comemorarem a ocasião à noite num bom restaurante. Logo a seguir, Karina entra em sua sala onde, ignorando completamente seus argumentos, o agarra à força, ocasião em que, acidentalmente, pressiona com seu busto o botão 'send' do celular dele, acionando o número de Mari, que se achava na memória. Esta passa, então, em companhia de Déia, mulher de Abílio, sócio de Duda, a escutar através do viva-voz do celular, tudo que o marido e a amante conversam.
Nesse meio tempo, Abílio, contando com o auxílio de Karina, que consegue a senha da conta bancária do empresário, tenta transferir toda a grana para um paraíso fiscal. O que ele não conta é com as intenções de Francisco, um outro funcionário da empresa.
Assim, em meio a muitas trapalhadas, acontecem traições, desvio de dinheiro, seqüestros e até uma tentativa de assassinato.
"Viva Voz" é uma comédia barata e de baixa qualidade do cinema brasileiro. Dirigido, editado e co-produzido pelo inexperiente Paulo Morelli, o filme basicamente não tem um único ponto que mereça ser destacado.
A trama até que não é ruim. Nas mãos de um bom diretor e de um eficiente editor, até que poderia gerar um agradável entretenimento. Os efeitos especiais são ridículos. A cena do carro em alta velocidade, que precede a morte do irmão de Duda, é uma das piores coisas que já vi em cinema.
O desempenho dos atores, que parecem desmotivados, é muito fraco, mas com uma direção tão ruim talvez não se possa exigir muito dos mesmos.
Enfim, assistir "Viva Voz" é uma grande perda de tempo.
CAA