
MADAME CURIE (1943)
Madame Curie
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Biográfico, Drama |
| Direção: | Mervyn LeRoy |
| Roteiro: | Paul Osborn, Paul H. Rameau |
| Produção: | Sidney Franklin |
| Música Original: | Herbert Stothart |
| Fotografia: | Joseph Ruttenberg |
| Edição: | Harold F. Kress |
| Direção de Arte: | Cedric Gibbons |
| Figurino: | Gile Steele, Irene Sharaff, Irene |
| Maquiagem: | Jack Dawn |
| Efeitos Sonoros: | Douglas Shearer |
| Efeitos Especiais: | Warren Newcombe |
| Nota: | 8.5 |
| Filme Assistido em: | 1950 |
| Greer Garson | Marie Curie |
| Walter Pidgeon | Pierre Curie |
| Henry Travers | Eugene Curie |
| Albert Bassermann | Prof. Jean Perot |
| Robert Walker | David Le Gros |
| C. Aubrey Smith | Lord Kelvin |
| Dame May Whitty | Sra. Eugene Curie |
| Victor Francen | Presidente da Universidade |
| Ray Collins | Conferencista |
| Alan Napier | Dr. Bladh |
| Van Johnson | Repórter |
| Gigi Perreau | Eve, aos 18 meses |
| Reginald Owen | Dr. Becquerel |
| Lumsden Hare | Prof. Roget |
| Miles Mander | Homem de Negócios |
| Margaret O'Brien | Irène Curie, aos 5 anos |
| Howard Freeman | Prof. Constant |
| Elsa Basserman | Madame Perot |
| Harold De Becker | Professor |
| Guy D'Ennery | Professor |
| Al Ferguson | Homem, no acidente |
| Lisa Golm | Lucille |
| Dorothy Raye | Enfermeira |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Filme
Oscar de Melhor Ator (Walter Pidgeon)
Oscar de Melhor Atriz (Greer Garson)
Oscar de Melhor Direção de Arte (Decoração Interior)
Oscar de Melhor Trilha Sonora
Oscar de Melhores Efeitos Sonoros
Marie é uma jovem polonesa que, em 1891, muda-se para Paris onde tem a oportunidade de estudar magnetismo com o Prof. Jean Perot. Este consegue que ela divida um laboratório de pesquisas com o químico Pierre Curie. Trabalhando juntos, eles terminam se apaixonando e se casando.
Estimulada pela descoberta dos raios X, feita por Roentgen, e das radiações de urânio por Becquerel, Marie Curie inicia trabalhos de pesquisa que a levariam a identificar três emissões radiativas. Em seguida, apoiando-se na descoberta do efeito piezoelétrico feita por seu marido, cria um método para medir a intensidade das emissões radiativas de diversos materiais.
Trabalhando com diferentes compostos de urânio, consegue também demonstrar que as emissões eram diretamente proporcionais à quantidade de urânio neles presente. Em 1898, consegue também demonstrar a radiatividade do Tório. No mesmo ano, já auxiliada pelo marido, isola, em meio a amostras de minério de urânio, diminutas quantidades de um novo elemento, ao qual deu o nome de polônio. Em dezembro, identificara outro elemento, e quantidades menores ainda: o rádio.
Para obterem maiores quantidades desses novos elementos, os Curie vão buscar sobras de minérios na região da Boêmia. Para isso, investem suas próprias economias. Em 1902, conseguem obter 0.1g de rádio. Mais tarde, purificando oito toneladas de um minério chamado pechblenda, obtêm mais 1g de um sal de rádio.
Em 1903, dividem com Becquerel o prêmio Nobel de Física. Após a morte do marido, em 1906, Marie assume seu cargo de professor na Universidade de Sorbonne, tornando-se a primeira mulher a ali lecionar. Em 1911, ela recebe também o Prêmio Nobel de Química.
No final da vida, dedica-se a supervisionar o Instituto do Rádio, organização para estudos e trabalhos com radiatividade, sediado em Paris. Marie Curie vem a falecer em 1934, devido à leucemia adquirida pela excessiva exposição à radiatividade.
Baseado no livro de Eve Curie sobre sua mãe, "Madame Curie" é uma bela e intrigante biografia da famosa cientista polonesa que veio a descobrir o 'rádio'.
Realizado pelo cineasta Mervyn LeRoy, o filme mescla de forma equilibrada a vida pessoal e o trabalho científico de Marie Curie.
A direção de LeRoy é brilhante, complementada com a excelente trilha sonora de Herbert Stothart, a bela fotografia de Joseph Ruttenberg e as magníficas interpretações de Greer Garson e Walter Pidgeon, nos papéis principais.