
MUITO (POUCO) AMOR (1998)
Trop (peu) d'amour
| Pais: | França |
| Gênero: | Comédia Dramática |
| Direção: | Jacques Doillon |
| Roteiro: | Jacques Doillon, Brune Compagnon |
| Produção: | Alain Sarde |
| Fotografia: | Christophe Pollock |
| Edição: | Catherine Quesemand |
| Efeitos Sonoros: | Jean-Claude Laureux, Dominique Hennequin |
| Nota: | 6.1 |
| Filme Assistido em: | 1999 |
| Lambert Wilson | Paul |
| Elise Perrier | Emma |
| Alexia Stresi | Margot |
| Lou Doillon | Camille |
| Jérémie Lippmann | David |
Festival Internacional de Berlim, Alemanha
Prêmio Urso de Ouro (Jacques Doillon)
Paul é um famoso cineasta que começa a ficar intrigado quando passa a receber uma série de cartas anônimas de uma admiradora adolescente de 17 anos. Um dia, a garota decide enviar a Paul a sinopse de um roteiro cinematográfico.
Ao ler o material por ela enviado, Paul se interessa e decide localizar a garota para convidá-la a passar alguns dias do verão na casa de campo em que ele vive com sua segunda mulher, Margot, e a filha adolescente do primeiro casamento, Camille, de 14 anos. Com isso, a idéia seria a dos dois aproveitarem o tempo para trabalharem juntos no tal roteiro.
Emma chega e começa a trabalhar com Paul no roteiro do filme, o qual trata da história de uma moça que ameaça seduzir um homem e destruir sua família. Margot não fica feliz com a presença da intrusa, mas tenta ser "moderna", não criando problemas para o marido.
Entretanto, com o passar dos dias, a admiração de Emma pela carreira de Paul começa a ficar fora de controle, surgindo uma série de momentos de tensão e terminando por criar uma situação semelhante àquela apresentada no roteiro do filme.
"Muito (pouco) amor" é uma obra audaciosa que permite aos atores darem o melhor de si para transmitirem seus papéis repletos de emoções. Um pouco alegre, um pouco trágico, o filme surfa sobre as dificuldades da vida e do amor que podem encontrar todas as adolescentes.
Pode-se encontrar algumas semelhanças entre este filme e "Teorema", de Pier Paolo Pasolini, 1968.