
ELIZABETH (1998)
Elizabeth
| Pais: | Reino Unido |
| Gênero: | Drama, Histórico |
| Direção: | Shekhar Kapur |
| Roteiro: | Michael Hirst |
| Produção: | Alison Owen, Eric Fellner, Tim Bevan |
| Design Produção: | John Myhre |
| Música Original: | David Hirschfelder |
| Fotografia: | Remi Adefarasin |
| Edição: | Jill Bilcock |
| Direção de Arte: | Lucy Richardson, Jonathan Lee |
| Figurino: | Alexandra Byrne |
| Guarda-Roupa: | Suzi Turnbull, Debbie Scott, John Denison e outros |
| Maquiagem: | Miranda Davidson, Lisa Pickering, Anita Burger e outros |
| Efeitos Sonoros: | Mark Auguste, David Stephenson, Chris Scallan e outros |
| Efeitos Especiais: | George Gibbs, Clive R. Kay |
| Efeitos Visuais: | Peter Chiang |
| Nota: | 7.9 |
| Filme Assistido em: | 1999 |
| Richard Attenborough | Sir William Cecil, Lord Burghley |
| Geoffrey Rush | Sir Francis Walsingham |
| Joseph Fiennes | Robert Dudley, Conde de Leicester |
| Vincent Cassel | Duque d'Anjou |
| James Frain | Alvaro de la Quadra |
| Fanny Ardant | Mary de Guise |
| John Gielgud | O Papa |
| Cate Blanchett | Elizabeth I |
| Daniel Craig | John Ballard |
| Emily Mortimer | Kat Ashley |
| Christopher Eccleston | Duque de Norfolk |
| Rod Culbertson | Ridley |
| Terence Rigby | Bispo Gardiner |
| Jamie Foreman | Conde de Sussex |
| Edward Hardwicke | Conde de Arundel |
| Amanda Ryan | Lettice Howard |
| Paul Fox | Mártir |
| Liz Giles | Mártir |
| George Yasoumi | Rei Felipe II da Espanha |
| Kathy Burke | Rainha Mary Tudor |
| Kelly Macdonald | Isabel Knollys |
| Michael Beint | Bispo Carlisle |
| Eric Cantona | Monsieur de Foix |
| Joseph O'Conor | Conde de Derby |
| Brendan O'Hea | Lord William Howard |
| Edward Highmore | Lord Harewood |
| Vladimir Vega | Cardeal do Vaticano |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Maquiagem
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio Alexander Korda de Melhor Filme Britânico
Prêmio Anthony Asquith de Melhor Música
Prêmio de Melhor Atriz (Cate Blanchett)
Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Geoffrey Rush)
Prêmio de Melhor Fotografia
Prêmio de Melhor Maquiagem
Círculo de Críticos de Cinema de Londres, Inglaterra
Prêmio Atriz do Ano (Cate Blanchett)
Prêmio Produtor Britânico do Ano
Associação dos Críticos de Cinema de Toronto, Canadá
Prêmio de Melhor Atriz (Cate Blanchett)
Festival Internacional de Veneza, Itália
Prêmio Max Factor (Jenny Shircore)
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Atriz em um Drama (Cate Blanchett)
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Filme
Oscar de Melhor Atriz (Cate Blanchett)
Oscar de Melhor Direção de Arte
Oscar de Melhor Figurino
Oscar de Melhor Trilha Sonora
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Filme
Prêmio David Lean de Melhor Direção (Shekhar Kapur)
Prêmio de Melhor Roteiro Original
Prêmio de Melhor Design de Produção
Prêmio de Melhor Edição
Prêmio de Melhor Figurino
Academia Japonesa de Cinema, Japão
Prêmio de Melhor Filme em Língua Estrangeira
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Filme - Drama
Prêmio de Melhor Direção (Shekhar Kapur)
Instituto Australiano de Cinema
Prêmio de Melhor Filme Estrangeiro
Prêmios Bodil - Copenhague, Dinamarca
Bodil de Melhor Filme Não Americano
Inglaterra, 1554. O país está dividido entre católicos e protestantes. Mary Tudor está no poder e é uma católica fervorosa, mas tem um tumor que a deixa com os dias contados. Sua meia-irmã, Elizabeth, filha de Henrique VIII, é uma protestante convicta e a primeira na linha de sucessão.
Elizabeth é levada até a rainha, que tenta fazê-la prometer que o país seguirá o catolicismo. Mas, apesar de poder morrer, Elizabeth diz que será fiel à sua consciência. Já no leito de morte de Mary Tudor, o Duque de Norfolk tenta fazer em vão com que a rainha assine a pena de morte de Elizabeth que, com a morte de Mary, é coroada rainha.
Entretanto, Elizabeth herda um país falido, sem exército e com inimigos por todos os lados, até mesmo na sua própria corte, forçando-a a calcular cada passo para permanecer no poder. Inicialmente ela comete erros graves, mas gradativamente vai se firmando e, sempre aconselhada por Sir Francis Walsingham, ela planeja matar todos os seus inimigos para consolidar seu poder.
"Elizabeth" é um filme que lida com paixão, intrigas, traição e, naturalmente, poder político. É uma interessante e exuberante história de uma jovem mulher que abdica de sua vida privada, do que manda seu coração para, com firmeza e determinação, assumir as rédeas do destino de seu País.
O roteiro, escrito por Michael Hirst, é consistente, o que ajuda o diretor indiano Shekhar Kapur a realizar um ótimo trabalho, usando muitas inovações modernas, embora exagere em alguns fatos. O trabalho de edição, a cargo de Jill Bilcock, é irregular.
O desempenho dos atores é, sem dúvida, um dos pontos fortes de "Elizabeth". Cate Blanchett está admirável no papel principal. Elizabeth I era uma mulher complicada mas, ao interpretá-la, Blanchett consegue dar o tom certo à personagem. O elenco coadjuvante, especialmente Rush, Fiennes e Eccleston, faz um bom trabalho. Apenas Richard Attenborough deixa a desejar. Uma das divas do cinema francês, Fanny Ardant, e o veterano John Gielgud têm papeis menores.
CAA