
ANNA KARENINA (1997)
Anna Karenina| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Drama |
| Direção: | Bernard Rose |
| Roteiro: | Bernard Rose |
| Produção: | Bruce Davey |
| Design Produção: | John Myhre |
| Música Não Original: | Tchaikovsky, Prokofiev, Rachmaninov |
| Fotografia: | Daryn Okada |
| Edição: | Victor Du Bois |
| Direção de Arte: | Sergei Shemyakin |
| Figurino: | Maurizio Millenotti |
| Guarda-Roupa: | Giovanni Casalnuovo, Deirdre N. Williams |
| Maquiagem: | Roy Bryson, Lydia Milars |
| Efeitos Sonoros: | Todd Toon, Joan Rowe, Mel Metcalfe e outros |
| Efeitos Especiais: | Andy Williams, Kevin Draycott |
| Nota: | 6.3 |
| Filme Assistido em: | 1998 |
| Sophie Marceau | Anna Karenina |
| Sean Bean | Vronsky |
| James Fox | Karenin |
| Stefan Gryff | Korunsky |
| Alfred Molina | Levin |
| Vernon Dobtcheff | Pestov |
| Fiona Shaw | Lydia |
| Saskia Wickham | Dolly |
| Mia Kirshner | Kitty |
| Danny Huston | Stiva |
| Phyllida Law | Vronskaya |
| David Schofield | Nikolai |
| Jennifer Hall | Betsy |
| Anna Calder-Marshall | Princesa Schcherbatksy |
| Valerie Braddell | Esposa do Embaixador |
| Niall Buggy | Médico |
| Larisa Kuznetsova | Agatha |
| Jeremy Sheffield | Boris |
| Justine Waddell | Condessa Nordston |
| Nora Gryakalova | Myagkaya |
| Oleg Kosminsky | Titus |
| German maksimov | Padre |
| Tatyana Zakharova | Parteira |
| Leonty Varenstov | Camponês |
| Victor Gurianov | Camponês |
Na refinada São Petersburgo do século XIX, Anna Karenina desfruta de uma vida aristocrática ao lado do marido de meia-idade, o burocrata Aléxis Karenin, e do filho. Quando vai a Moscou visitar o irmão, ela conhece o conde Vronsky, um jovem oficial de alta patente da Guarda Imperial.
Ao se conhecerem, surge uma paixão avassaladora entre ambos. Eles dançam juntos, ela se sente invadida pela coragem e audácia dele, ela toma o trem e ele consegue pará-lo no meio da noite para dizer~lhe que precisa tê-la. Ainda que atormentados pela culpa e pelo remorso e desafiando todas as convenções, eles ficam juntos. O marido dela a ameaça de nunca mais poder ver o filho do casal. Ao mesmo tempo, ela se descobre grávida do amante.
O progresso da relação deles é contrastada com o romance e casamento de dois de seus amigos, Levin e Kitty, que a princípio não parece que vai dar certo, mas que, à medida que a relação se aprofunda, a felicidade e a realização vão se tornando cada vez mais evidentes.
Anna paga o preço da felicidade com a distância do filho, o vício do ópio e talvez, com a própria vida.
Com exceção de James Fox, como o furioso marido de Anna, os outros personagens não passam a dramaticidade e o envolvimento que as situações dramáticas exigem.
A narrativa não tem o vigor necessário, dando a impressão de que a tesoura funcionou bastante na fase de edição. Temos que reconhecer, entretanto, que colocar essa obra de Tolstoi em menos de duas horas de projeção, não é tarefa das mais fáceis.
O que o filme tem de bom para se ver, é o seu visual. Sua fotografia é deslumbrante, enriquecida pela belíssima trilha sonora, com peças de Prokofiev, Rachmaninov e Tchaikovsky. O figurino também se destaca ao longo de todo o filme. Rodado na Rússia, com cenários autênticos de São Petersburgo, tal fato acrescenta uma aura especial quando percebemos que esses lugares realmente existiram.