
BEN-HUR (1959)
Ben-Hur
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Épico, Drama, Histórico |
| Direção: | William Wyler |
| Roteiro: | Karl Tunberg |
| Produção: | Sam Zimbalist |
| Design Produção: | Vittorio Valentini |
| Música Original: | Miklós Rózsa |
| Fotografia: | Robert Surtees |
| Edição: | Ralph E. Winters, John D. Dunning |
| Direção de Arte: | William A. Horning, Edward C. Carfagno |
| Figurino: | Elizabeth Haffenden |
| Guarda-Roupa: | Jack Martell |
| Maquiagem: | Charles E. Parker |
| Efeitos Sonoros: | Franklin Milton, Milo B. Lory, Sash Fisher e outros |
| Efeitos Especiais: | A. Arnold Gillespie, Lee LeBlanc, Robert R. Hoag |
| Efeitos Visuais: | Robert MacDonald, Matthew Yuricich |
| Nota: | 9.1 |
| Filme Assistido em: | 1961 |
| Charlton Heston | Judah Ben-Hur |
| Jack Hawkins | Quintus Arrius |
| Haya Harareet | Esther |
| Stephen Boyd | Messala |
| Hugh Griffith | Xeque Ilderim |
| Martha Scott | Miriam |
| Cathy O'Donnell | Tirzah |
| Sam Jaffe | Simonides |
| Finlay Currie | Baltazar |
| Frank Thring | Pôncio Pilatos |
| Marina Berti | Flávia |
| Enzo Fiermonte | Oficial da Galé |
| Richard Hale | Gaspar |
| André Morell | Sextus |
| Terence Longdon | Drusus |
| George Relph | Tibério César |
| Hugh Billingsley | Mário |
| Giuliano Gemma | Romano |
| Claude Heater | Jesus |
| Noel Sheldon | Centurião |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Fotografia
Oscar de Melhor Filme
Oscar de Melhor Direção (William Wyler)
Oscar de Melhor Ator (Charlton Heston)
Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Hugh Griffith)
Oscar de Melhor Direção de Arte
Oscar de Melhor Edição
Oscar de Melhor Figurino
Oscar de Melhores Efeitos Sonoros
Oscar de Melhores Efeitos Especiais
Oscar de Melhor Trilha Sonora de um Musical
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Filme
Círculo dos Críticos de Cinema de Nova York, EUA
Prêmio de Melhor Filme
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Filme - Drama
Prêmio de Melhor Direção (William Wyler)
Prêmio de Melhor Ator Coadjuvante (Stephen Boyd)
Prêmio Especial (Andrew Marton)
Prêmios David di Donatello, Itália
Prêmio de Melhor Produção de um Filme Estrangeiro
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Roteiro Adaptado
Prêmios Globo de Ouro, EUA
Prêmio de Melhor Ator em um Drama (Charlton Heston)
O príncipe judeu Judah Ben-Hur vive com sua família na Judéia, na época em que Jesus começa a ser conhecido por sua pregações. Seu amigo de infância, Messala, é agora um ambicioso tribuno romano. Quando Ben-Hur se recusa a denunciar outros judeus para desarticular uma possível revolta contra os romanos, Messala aproveita a primeira oportunidade para se vingar de seu antigo amigo.
Um acidente durante a visita do novo governador da Judéia faz com que pese sobre ele a acusação de responsável pelo atentado. Assim, apesar de inocente, Ben-Hur é condenado às galés, enquanto sua mãe, Miriam, e sua irmã, Tirzah, são presas e enviadas às masmorras pelo próprio Messala.
Uma vez nas galés, ele salva o comandante da esquadra, Quintus Arrius, o qual, como prova de gratidão, o adota como filho e lhe dá pleno controle sobre o estábulo de cavalos de corrida.
Ao retornar a Judéia, agora como cidadão romano, Ben-Hur parte em busca de sua família e é informado que todos estão mortos.
Desafia, então, Messala para uma corrida de bigas. Durante a corrida, Messala acidenta-se ao tentar atingir Ben-Hur com o chicote, caindo de sua biga e sendo pisoteado pelos cavalos. Ben-Hur vence.
Antes de morrer, porém, Messala revela o verdadeiro paradeiro de sua família - o vale dos leprosos. Depois da morte de Messala, Ben-Hur depara-se com seu grande desafio: perdoar.
"Ben-Hur" é, sem dúvida, o maior épico bíblico de todos os tempos. Realizado pelo cineasta William Wyler, o filme narra a história de um rico príncipe judeu, que viveu na época de Cristo e que, injustamente, foi acusado de ter cometido um atentado contra um governador romano.
Partindo de um ótimo roteiro, Wyler realiza um magnífico trabalho que fala de ambição, traição, vingança, bondade, amor e perdão. O valor dramático é fantástico e a história é cativante, o que faz com que as 3:40horas de projeção passem sem ser notadas.
São inúmeros os grandes momentos do filme como, por exemplo, a antológica seqüência da corrida de bigas.
Para um filme que ganhou 11 Oscars da Academia de Hollywood e foi indicado a uma 12ª estatueta, é desnecessário dizer quão perfeito ele é em praticamente todos os quesitos.