
BONITINHA MAS ORDINÁRIA (1981)
| Pais: | Brasil |
| Gênero: | Drama |
| Direção: | Braz Chediak |
| Roteiro: | Doc Comparato, Sandoval Aguiar, Jorge Laclette, Gilvan Pereira |
| Produção: | Pedro Carlos Rovai |
| Música Original: | John Neschling |
| Fotografia: | Hélio Silva |
| Edição: | Rafael Justo Valverde |
| Nota: | 6.8 |
| Filme Assistido em: | 1982 |
| Lucélia Santos | Maria Cecília |
| Vera Fischer | Ritinha |
| Milton Moraes | Peixoto |
| José Wilker | Edgar |
| Míriam Pires | Mãe de Ritinha |
| Carlos Kroeber | Dr. Heitor Werneck |
| Xuxa Lopes | Thereza |
| Henriette Morineau | Sogra de Heitor |
| Monah Delacy | Mãe de Edgar |
| Sônia Oiticica | Lígia |
| Rubens Correia | Diretor dos Correios |
| Wilson Grey | Coveiro |
| Cláudia Ohana | |
| Oswaldo Loureiro |
Edgar é um jovem de origem humilde que recebe uma proposta para se casar com Maria Cecília, a filha adolescente do dono da Empresa onde trabalha, um milionário sem escrúpulos. Maria Cecília havia sido estuprada por três homens negros. Ele reluta por instantes, mas termina aceitando a oferta, a despeito de ser apaixonado por Ritinha, sua vizinha.
Uma vez comprometido, Edgar e Ritinha vão despedir-se num cemitério. Lá, ela lhe conta o que faz para sustentar a mãe e suas três irmãs mais novas.
Os acontecimentos vão-se sucedendo e Edgar acaba descobrindo que Maria Cecília é uma imoral, pervertida. As mentiras continuam a acontecer e as descobertas também, revelando o lado pobre de uma família.
Sobra para o casal de apaixonados, Ritinha e Edgar, uma esperança discreta, caminhando pela praia juntos, iluminados pelo nascer do sol.
Baseado num livro do famoso dramaturgo Nelson Rodrigues, "Bonitinha, mas Ordinária" é um bom filme nacional.
Realizado pelo diretor Braz Chediak, o filme tem todos os ingredientes rodrigueanos: estupro, prostituição, pederastia, suborno e revelações surpreendentes.
A direção de Chediak é consistentemente boa, no que é ajudado pelas magníficas interpretações de um elenco estelar.