
CARNAVAL ATLÂNTIDA (1952)
| Pais: | Brasil |
| Gênero: | Comédia |
| Direção: | José Carlos Burle |
| Roteiro: | Vitor Lima, Berliet Júnior |
| Produção: | Décio Alves Tinoco |
| Música Original: | Lírio Panicalli |
| Coreografia: | Juliana Yanakiewa |
| Fotografia: | Amleto Daissé |
| Edição: | José Carlos Burle, Waldemar Noya |
| Direção de Arte: | Pablo Olivo |
| Figurino: | Gilda Bastos, Osvaldo Mota |
| Maquiagem: | Paulo Carias |
| Efeitos Sonoros: | Aloísio VIana, Jesus Narvaes, Antonio Gomes, Ercole Baschera |
| Nota: | 7.0 |
| Filme Assistido em: | 1953 |
| Oscarito | Prof. Xenofontes |
| Grande Otelo | Empregado do Estúdio |
| José Lewgoy | Conde Verdura |
| Eliana Macedo | Regina |
| Renato Restier | Cecílio B. de Milho |
| Cyll Farney | Augusto |
| Cuquita Carballo | Fifi |
| Colé | Pedro |
| Maria Antonieta Pons | Lolita |
| Iracema Vitória | Aurélia |
| Wilson Grey | Amestrador de pulgas |
| Dick Farney | |
| Nora Ney | |
| Francisco Carlos | |
| Blecaute |
Xenofontes, um sisudo professor de mitologia grega, é contratado pelo produtor Cecílio B. de Milho como consultor da adaptação do clássico Helena de Tróia para o cinema. Ao mesmo tempo, dois empregados do estúdio, que trabalham como faxineiros, sonham em transformar o épico grego numa comédia carnavalesca.
Brincando o tempo todo com os elementos do popular e do erudito, o filme caminha para um desfecho inusitado: o sisudo professor perde a compostura, o produtor desiste do projeto original, Tróia rende-se aos encantos de Momo a cai na folia.
"Carnaval Atlântida" é uma boa comédia nacional, no estilo das chanchadas dos anos 50. Realizado pelo cineasta José Carlos Burle, que também co-assina o roteiro, o filme é divertimento garantido do início ao fim.
Além do humor escrachado, próprio das chanchadas, o filme é repleto de muita música, interpretada pelos grandes nomes da época.
Números Musicais:
"No tabuleiro da baiana" (Ari Barroso), com Grande Otelo e Eliana Macedo
"Acho-te uma graça" (Benedito Lacerda, Haroldo Lobo e Carvalhinho)
"Agora é cinza" (Alcebíades Maia Barcelos e Armando Vieira Marçal)
"Ai que saudade da Amélia" (Ataulfo Alves e Mário Lago)
"É bom parar" (Rubens Soares)
"Rasguei a minha fantasia" (Lamartine Babo)
"Serpentina" (Haroldo Lobo e David Nasser)
"O teu cabelo não nega" (João Valença e Raul Valença)
"Ninguém me ama" (Fernando Lobo e Antônio Maria) com Nora Ney
"Um domingo no jardim de Allah" (Lírio Panicalli e Ewaldo Ruy)
"Marcha do conselho" (Paquito e Romeu Gentil) com Bill Farr
"Valsa da formatura" (Lírio Panicalli e Claribalte Passos), com a orquestra de Chiquinho
"Dona Cegonha" (Armando Cavalcanti e Klecius Caldas) com Blecaute e Maria Antonieta Pons
"Quem dá aos pobres" (Klecius Caldas e Armando Cavalcanti) com Francisco Carlos
"Máscara da face" (Armando Cavalcanti e Klecius Caldas)
"Pastorinhas" (Noel Rosa e João de Barro)
"Pirata" (João de Barro e Alberto Ribeiro)
"Se a lua contasse" (Custódio Mesquita)
"Um pierrot apaixonado" (Heitor dos Prazeres e Noel Rosa)
"Praça 11" (Herivelto Martins e Grande Otelo)
"Marcha do sapinho" (Humberto Teixeira e Norte Victor), com Oscarito e Maria Antonieta Pons
"Mambo caçula" (Benicio Macedo e Bené Alexandre), com Maria Antonieta Pons e Oscarito
"Cachaça" (Mirabeau Pinheiro, Lúcio Castro e Heber Lobato) com Grande Otelo e Colé Santana
"Baião" (Humberto Teixeira e Luiz Gonzaga)
"Alguém como tu" (José Maria de Abreu e Jair Amorim), com Dick Farney
"Queria ser patroa" (M.Pinto e Airão), com Eliana Macedo
CAA