
A IGUALDADE É BRANCA (1994)
Trois couleurs: Blanc
| Outros Títulos: | Trzy kolory: Bialy (Polônia) Three colours: White (UK) Drei Farben - Weiß (Alemanha) Tre colori: film bianco (Itália) |
| Pais: | França, Polônia, Suíça |
| Gênero: | Drama |
| Direção: | Krzysztof Kieslowski |
| Roteiro: | Krzysztof Kieslowski, Krzysztof Piesiewicz |
| Produção: | Marin Karmitz |
| Design Produção: | Claude Lenoir, Halina Dobrowolska |
| Música Original: | Zbigniew Preisner |
| Direção Musical: | Zbigniew Paleta |
| Fotografia: | Edward Klosinski |
| Edição: | Urszula Lesiak |
| Direção de Arte: | Halina Dobrowolska |
| Guarda-Roupa: | Jolanta Luczak, Elzbieta Radke, Virginie Viard, Teresa Wardzala |
| Maquiagem: | Jean-Pierre Caminade, Jadwiga Cichocka, Jolanta Pruszynska |
| Efeitos Sonoros: | Jean-Claude Laureux, William Flageollet, Piotr Zawadzki, Brigitte Taillandier |
| Nota: | 8.5 |
| Filme Assistido em: | 1995 |
| Julie Delpy | Dominique |
| Philippe Morier-Genoud | Juiz |
| Zbigniew Zamachowski | Karol Karol |
| Janusz Gajos | Mikolaj |
| Jerzy Stuhr | Jurek |
| Aleksander Bardini | O tabelião |
| Grzegorz Warchol | Homem elegante |
| Cezary Harasimowicz | Inspetor |
| Jerzy Nowak | Velho fazendeiro |
| Jerzy Trela | Sr. Bronek |
| Cezary Pazura | Proprietário da Casa de Câmbio |
| Michel Lisowski | Intérprete |
| Francis Coffinet | Funcionário do Banco |
| Barbara Dziekan | Caixa |
| Jacques Disses | Advogado de Dominique |
| Teresa Budzisz-Krzyzanowska | Madame Jadwiga |
Festival Internacional de Berlim, Alemanha
Prêmio Urso de Prata de Melhor Direção (Krzysztof Kieslowski)
Academia do Cinema Europeu
Prêmio de Melhor Filme
Festival Internacional de Berlim, Alemanha
Prêmio Urso de Ouro (Krzysztof Kieslowski)
Karol Karol, um cabeleireiro polonês expatriado, recebe uma intimação para comparecer ao Palácio de Justiça de Paris e se surpreende ao saber que Dominique, sua esposa, quer o divórcio após seis meses de casamento, alegando impotência de sua parte. Sem falar absolutamente uma palavra em francês e por não conseguir deixar de amá-la, ele sente na pele a rejeição, a miséria e a falta de incentivo à vida.
Sem dinheiro e destituído de seu passaporte, Karol Karol consegue voltar para a Polônia como clandestino. Uma vez lá, aos poucos ele vai reconstruindo sua vida e, com o tempo, consegue amealhar uma considerável fortuna. As dores amorosas, entretanto, continuam ainda a serem sentidas.
Não suportando mais essa situação, ele bola um diabólico plano para se vingar de sua amada, mesmo continuando a amá-la loucamente.
"A Igualdade é Branca" é o segundo filme da trilogia de Krzysztof Kieslowski sobre os ideais da Revolução Francesa. Depois do enorme sucesso de "A Liberdade é Azul", o diretor polonês discute a igualdade usando a cor branca.
Com um roteiro excelente, uma maravilhosa fotografia e a genial direção de Kieslowski, o filme é imperdível. Entretanto, embora tenha tido uma ótima recepção por parte do público e pela crítica especializada, o filme não conseguiu ser contemplado com o grande número de prêmios recebidos por "A Liberdade é Azul".