
A NAVE DA REVOLTA (1954)
The Caine mutiny
| Outros Títulos: | El motín del Caine (Espanha) L'ammutinamento del Caine (Itália) Os revoltados do Caine (Portugal) Ouragan sur le Caine (França) |
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | 2ª Guerra Mundial, Drama |
| Direção: | Edward Dmytryk |
| Roteiro: | Stanley Roberts |
| Produção: | Stanley Kramer |
| Design Produção: | Rudolph Sternad |
| Música Original: | Max Steiner |
| Música Não Original: | Clarence Gaskill, Jimmy McHugh |
| Fotografia: | Franz Planer |
| Edição: | William Lyon, Henry Batista |
| Direção de Arte: | Cary Odell |
| Figurino: | Jean Louis |
| Maquiagem: | Clay Campbell |
| Efeitos Sonoros: | Lambert E. Day |
| Efeitos Especiais: | Lawrence W. Butler |
| Nota: | 9.0 |
| Filme Assistido em: | 1956 |
| Humphrey Bogart | Ten. Com. Philip Francis Queeg |
| José Ferrer | Ten. Barney Greenwald |
| Van Johnson | Ten. Steve Maryk |
| Fred MacMurray | Ten. Tom Keefer |
| Tom Tully | Com. DeVriess |
| Robert Francis | Oficial Willis Seward Keith |
| E. G. Marshall | Ten. Com. Challee |
| Arthur Franz | Ten. Paynter Jr. |
| Lee Marvin | Meatball |
| Warner Anderson | Capt. Blakely |
| Claude Akins | Horrible |
| Katherine Warren | Sra. Keith |
| James Edwards | Whittaker |
| Whit Bissell | Ten. Com. Dickson, psiquiatra |
| Jerry Paris | Guarda-marinha, Barney Harding |
| Steve Brodie | Chefe Budge |
| James Best | Ten. Jorgensen |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Oscar de Melhor Filme
Oscar de Melhor Roteiro Adaptado
Oscar de Melhor Gravação de Som
Oscar de Melhor Ator (Humphrey Bogart)
Oscar de Melhor Ator Coadjuvante (Tom Tully)
Oscar de Melhor Edição
Oscar de Melhor Trilha Sonora
Academia Britânica de Cinema e Televisão, Inglaterra
Prêmio de Melhor Filme
Prêmio de Melhor Ator Estrangeiro (José Ferrer)
Durante a 2ª Guerra Mundial, Willis Seward Keith, um jovem oficial, se incorpora à tripulação do Caine, um navio de menor porte que funciona como caça-minas. O imediato Steve Maryk e o tenente Tom Keefer também fazem parte do staff.
Logo depois da chegada de Willis, o comandante DeVriess é substituído pelo comandante Philip Francis Queeg, que logo impõe sua autoridade e sua neurose acerca de limpeza, pois pretende comandar um navio imaculado, onde até uma camisa fora da calça seja motivo de séria advertência.
Essa neurose faz com que ele se distraia e navegue em círculos, além de cortar seu próprio cabo de reboque. Incidentes adicionais indicam que Queeg está sofrendo de stress. Maryk acha estranho o comportamento do capitão e Keefer insidiosamente planta a semente, dizendo que Queeg está próximo de um colapso nervoso.
Durante uma tempestade bem forte, Queeg se mostra inseguro e Maryk invoca um regulamento da Marinha para assumir o controle do navio, que é salvo. Porém Maryk é mandado para a Corte Marcial, onde será defendido por Barney Greenwald, enquanto Challee atua na promotoria.
As evidências ficam contra Maryk, pois os oficiais, principalmente Keefer, não assumiram a responsabilidade, apesar de terem encorajado Maryk a fazê-lo.
Baseado no 'bestseller' de Herman Wouk, ganhador do Prêmio Pulitzer, "A Nave da Revolta" é um excelente filme.
Produzido por Stanley Kramer e dirigido pelo cineasta Edward Dmytryk, o filme apresenta um ótimo design de produção, uma impressionante fotografia, uma competente direção e uma vibrante trilha sonora.
O elenco, liderado por Humphrey Bogart é, sem dúvida, o seu maior destaque. Bogart está realmente magnífico como o neurótico comandante Queeg. À sua grande interpretação, somam-se as atuações de José Ferrer, Fred MacMurray, Tom Tully, Van Johnson e E. G. Marshall.
No fim, durante a realização da Corte Marcial, o interrogatório final de Queeg, pelo defensor Greenwald, é um dos seus pontos mais altos e uma das melhores cenas de tribunal já vistas.