
PATCH ADAMS - O AMOR É CONTAGIOSO (1998)
Patch Adams| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Comédia Dramática |
| Direção: | Tom Shadyac |
| Roteiro: | Steve Oedekerk |
| Produção: | Mike Farrell, Barry Kemp, Marvin Minoff, Charles Newirth |
| Design Produção: | Linda DeScenna |
| Música Original: | Diane Warren, Marc Shaiman, Eric Clapton |
| Fotografia: | Phedon Papamichael |
| Edição: | Don Zimmerman |
| Direção de Arte: | James Nedza |
| Figurino: | Judy L. Ruskin |
| Efeitos Especiais: | Rod M. Janusch, David Blitstein, Ivo Kos, Michael McGee |
| Efeitos Visuais: | Sheena Duggal |
| Nota: | 6.5 |
| Filme Assistido em: | 1999 |
| Barry Shabaka Henley | Emmet |
| Monica Potter | Carin Fisher |
| Josef Sommer | Dr. Eaton |
| Richard Kiley | Dr. Titan |
| Robin Williams | Hunter 'Patch' Adams |
| Philip Seymour Hoffman | Mitch Roman |
| Harve Presnell | Dean J. P. Anderson |
| Harold Gould | Arthur Mendelson |
| Peter Coyote | Bill Davis |
| Irma P. Hall | Joletta |
| Bruce Bohne | Trevor Beene |
| Douglas Roberts | Lawrence 'Larry' Silver |
| Michael Jeter | Rudy |
| Bob Gunton | Dean Walcott |
| Daniel London | Truman Schiff |
| Frances Lee McCain | Judy |
| Daniella Kuhn | Adelane |
| James Greene | Bile |
| Ellen Albertini Dow | Aggie Kennedy |
| Ryan Hurst | Neil |
| Jay Jacobus | Jack Walton |
| Piers Mackenzzie | Dr. Hashman |
| Jake Bowen | Bryan |
No ambiente silencioso e esterilizado de um hospital, um palhaço com sapatos gigantescos e um enorme nariz vermelho surge pela porta. Os pacientes que se cuidem... Rir é contagioso. A história real de Patch, paciente e, mais tarde, médico de uma instituição para doentes mentais, celebra o triunfo da busca insistente por um ideal.
Sua vontade de tornar-se médico surgiu quando, ainda adolescente, foi internado numa clínica devido a uma depressão. Seu sonho começou a se tornar realidade no final dos anos 60, quando Patch estudou na Escola de Medicina da Virgínia e, em seguida, abriu o Instituto Gesundheit com uma abordagem mais personalizada da prática médica. Tudo estava bem, mas em meados dos anos 80, o Instituto Gesundheit começou a receber atenção da mídia sobre seus procedimentos terapêuticos nada ortodoxos.
Os conflitos começaram. Em 1993, Patch escreveu um livro sobre seu trabalho explicando suas prescrições inspiradas no humor e o porquê de querer vestir-se de gorila, de encher uma sala com balões ou uma banheira com macarrão - tudo para conseguir um sorriso, realizar uma conexão emocional com seus pacientes, ou conseguir levar um simples momento de prazer aos doentes. O doutor Patch proclama: "Todos sabemos como o amor é importante e, mesmo assim, quão freqüentemente o demonstramos? Quantas pessoas doentes neste mundo sofrem de solidão, tédio e medo que não podem ser curadas com uma simples pílula?".
Utilizando métodos nada convencionais e surpresas incríveis para aplacar a ansiedade dos pacientes, Patch foi o pioneiro na idéia, até então radical, de que os médicos devem tratar as pessoas, e não apenas a doença. Compaixão, envolvimento e empatia têm tanto valor quanto remédios e avanços tecnológicos.
Baseado em fatos reais ocorridos nos anos 70, "Patch Adams - O Amor é Contagioso" é um bom filme, comovente e, ao mesmo tempo, engraçado. Realizado pelo diretor Tom Shadyac, o filme apresenta algumas pequenas falhas em seu roteiro, o que não chega a comprometer o andamento da trama.
A trilha sonora é maravilhosa, a fotografia de Phedon Papamichael é belíssima, mas é Robin Williams quem rouba todas as cenas. No elenco, merecem ainda destaques as atuações de Monica Potter e Philip Seymour Hoffman.
CAA