Sinopse
Pedro é um controlador de tráfego. Romântico incurável, ele acredita no casamento, mas vê sua vida ruir ao ser abandonado pela esposa, Marina. Sua crise emocional é secretamente testemunhada por Vitória, uma vizinha que sempre foi apaixonada por ele. Tímida, ela ouve tudo através da parede da cozinha, mas não tem coragem de declarar seu amor, embora sua irmã mais velha, Lúcia, faça de tudo para que ela vença sua timidez e vá em busca de sua felicidade.
Após três meses de depressão e isolamento, quando o desespero já toma conta de Pedro, alguém bate à sua porta. Ao abri-la, ele se depara com a mulher mais linda do mundo pedindo-lhe uma xícara de açucar: Amanda, uma vizinha perfeita em todos os sentidos. Ele se apaixona perdidamente por aquela mulher carinhosa, sensível, inteligente, uma amante ardente que gosta de futebol e não é ciumenta.
Pedro, no entanto, tem dificuldade de apresentá-la a Carlos, seu melhor amigo e companheiro de trabalho. Ela não aparece nos encontros, não tem celular e nunca ninguém a viu. Carlos segue secretamente o amigo e se confronta com a terrivel verdade: Pedro está para se casar com uma mulher que não existe.
Comentários
Escrita e dirigida por Cláudio Torres, que também co-assina a produção, “A Mulher Invisível” é uma comédia brasileira que, mesmo tendo problemas de ordem técnica, principalmente nas áreas de direção, roteiro e edição, consegue oferecer ao espectador alguns momentos divertidos, suficientes para tirar deles boas risadas.
Sua trama gira em torno de Pedro, um homem que, deprimido após sua mulher comunicar-lhe que vai pedir o divórcio, consegue reagir quando uma escultural loura bate à sua porta à procura de um pouco de açucar. Ele se apaixona perdidamente por essa bela mulher, sem desconfiar que ela só existe para seus olhos. Tal fato é que gera as situações mais engraçadas do filme.
No elenco, o grande nome a ser mencionado é o de Selton Mello, excelente no papel de Pedro. Entre as atrizes, embora desempenhando uma coadjuvante com pouco tempo de tela, destaco a atuação de Fernanda Torres.
CAA