
TATI, A GAROTA (1973)
| Pais: | Brasil |
| Gênero: | Drama |
| Direção: | Bruno Barreto |
| Roteiro: | Bruno Barreto, Miguel Borges |
| Produção: | Lucy Barreto, Luiz Carlos Barreto |
| Música Original: | Dori Caymmi, Paulo César Pinheiro |
| Fotografia: | Murilo Salles |
| Edição: | Raimundo Higino |
| Direção de Arte: | Teresa Nicolau |
| Figurino: | Teresa Nicolau |
| Efeitos Sonoros: | José Tavares, Walter Goulart, Antônio Cézar |
| Nota: | 5.4 |
| Filme Assistido em: | 1974 |
| Dina Sfat | Manuela |
| Daniela Vasconcelos | Tati |
| Hugo Carvana | Capitão Peixoto |
| Zezé Macedo | Dona Aurora |
| Fábio Sabag | Advogado |
| Yara Amaral | Dona Marta |
| Wanda Lacerda | Dona Adélia |
| Elizabeth Martins | Zuli, a pretinha |
| Wilson Grey | Mendigo |
Festival Internacional de Cinema de Moscou, Rússia
Prêmio de Ouro (Bruno Barreto)
Manuela é costureira e mãe solteira que vive no Bairro da Penha, subúrbio do Rio de Janeiro, enfrentando dificuldades para criar sua filha Tati, de seis anos de idade. Bastante inteligente, o grande sonho da garota é saber quem é seu pai.
Quando Manuela engravida novamente, sua situação tende a piorar. É quando ela toma a decisão de sair do subúrbio e se estabelecer em Copacabana, onde, acredita ter mais facilidades para conseguir uma melhor freguesia e, por conseqüência, mais possibilidades de criar e dar uma boa educação a seus filhos.
O recomeço, no novo bairro, entretanto, é mais difícil do que ela esperava, o que a deixa em sérias dificuldades e a obriga a tomar medidas extremas.
"Tati, a Garota" é uma adaptação para o cinema do livro homônimo do contista e romancista mineiro, Aníbal Machado.
Realizado pelo cineasta Bruno Barreto, o filme não é uma de suas melhores realizações. O roteiro não é bem estruturado, tornando a narrativa às vezes confusa.
"Tati, a Garota" tem seus bons momentos ao apresentar a comovente relação entre mãe e filha. No elenco, Dina Sfat está ótima, como sempre, e a garotinha Daniela Vasconcelos mostra-se como uma grata revelação.
CAA