
TICO-TICO NO FUBÁ (1952)
| Pais: | Brasil |
| Gênero: | Drama, Música |
| Direção: | Adolfo Celi |
| Roteiro: | Jacques Maret, Guilherme de Almeida, Oswaldo Sampaio |
| Produção: | Adolfo Celi, Fernando de Barros |
| Música Original: | Radamés Gnatalli |
| Música Não Original: | Zequinha de Abreu |
| Fotografia: | José Maria Beltrán, H. E. Fowle |
| Edição: | Oswald Hafenrichter, Edith Hafenrichter |
| Direção de Arte: | Aldo Calvo, Pierino Massenzi |
| Figurino: | Aldo Calvo, Antonio Soares de Oliveira |
| Guarda-Roupa: | Nieta Junqueira, Ida Fogli, Zilda Vergueiro |
| Maquiagem: | Jerry Fletcher |
| Efeitos Sonoros: | Erik Rasmussen, Ernest Hack |
| Nota: | 6.7 |
| Filme Assistido em: | 1954 |
| Anselmo Duarte | Zequinha de Abreu |
| Tônia Carrero | Branca |
| Marisa Prado | Durvalina |
| Marina Freire | Amália, tia de Durvalina |
| Zbigniew Ziembinski | Dono do Circo |
| Modesto de Souza | Luiz |
| Victor Lima Barreto | Inácio |
| Xandó Batista | Vendedor de rádios |
| Renato Consorte | Barbeiro |
| Abelardo Pinto | Palhaço |
| Labiby Madi | Mulher presente ao casamento |
| Adolfo Celi | --- |
| Sérgio Hingst | --- |
Festival Internacional de Cannes, França
Grand Prix do Festival (Adolfo Celi)
Jovem e modesto funcionário da prefeitura da pequena e pacata Santa Rita do Passa Quatro, interior de São Paulo, Zequinha de Abreu tem fortes dons artísticos e é noivo de Durvalina, uma das mais belas moças do lugar.
Tudo parece transcorrer normalmente, até a chegada de um circo, que agita a cidade. Ao ir receber os devidos impostos, conhece e apaixona-se por Branca, uma bela amazona, que lhe rouba uma partitura e o faz tocar à noite, após o espetáculo, provocando ciúmes e tristeza em sua noiva Durvalina.
Nessa mesma noite, compõe Tico Tico no Fubá. Chega o momento do circo ir embora e Branca pede a Zequinha para viajar com ela. Totalmente dividido, mas muito apegado à terra, recusa o convite e vê seu grande amor partir.
Mesmo sem esquecer Branca, Zequinha casa-se com a noiva, mas vive angustiado, tentando lembrar-se da melodia daquela música, da qual não tem cópia. Começa a beber e, animado pela mulher, vai com a família tentar a sorte em São Paulo, onde passa a perambular, tocando de bar em bar para sobreviver.
Após muitos anos, já envelhecido, por acaso reencontra sua paixão numa festa de 'Reveillon', para a qual fora contratado como músico. Acompanhada de um milionário, Branca o reconhece. Ao vê-la, recorda-se da melodia e a toca com sucesso. Seu coração, porém, não resiste à emoção e ele morre em seus braços.
"Tico-Tico no Fubá" é um bom filme nacional. Realizado pelo diretor Adolfo Celi, o filme trata da biografia romanceada do compositor Zequinha de Abreu, responsável por um dos grandes sucessos da música brasileira, 'Tico-Tico no Fubá'.
A direção de Adolfo Celi é competente, conseguindo manter o espectador interessado do início ao fim, nessa comovente história. A trilha sonora é um outro ponto alto do filme.
Anselmo Duarte e Tônia Carrero estão ótimos como Zequinha e Branca.
CAA