
O CIRCO (1928)
The Circus
| Outros Títulos: | Le cirque (França) Il circo (Itália) Der zirkus (Alemanha) El circo (Espanha) |
| Pais: | Estados Unidos |
| Gênero: | Comédia |
| Direção: | Charles Chaplin |
| Roteiro: | Charles Chaplin |
| Produção: | Charles Chaplin |
| Música Original: | Charles Chaplin |
| Fotografia: | Roland Totheroh |
| Edição: | Charles Chaplin |
| Direção de Arte: | Charles D. Hall |
| Nota: | 7.9 |
| Filme Assistido em: | 1943 |
| Charles Chaplin | Vagabundo |
| Merna Kennedy | Enteada do proprietário |
| Al Ernest Garcia | Proprietário do Circo |
| Betty Morrissey | Mulher que desaparece |
| George Davis | Mágico |
| Harry Crocker | Rex |
| Henry Bergman | Velho Palhaço |
| Steve Murphy | Batedor de carteira |
| Max Tyron | Vítima do batedor de carteiras |
| Jack Bernard | Homem na platéia |
| H. L. Kyle | Homem na platéia |
| Eugene Barry | Policial |
| Albert Austin | Palhaço |
| Charles Bachman | Policial |
| Bill Knight | Policial |
| Armand Triller | Palhaço |
| L.J. O'Connor | Policial |
Academia de Artes Cinematográficas de Hollywood, EUA
Prêmio Honorífico (Charles Chaplin)
Ao fugir de uma perseguição policial, por causa de uma carteira deixada em seu bolso por um ladrão, para escapar do flagrante, o vagabundo Carlitos é confundido com o batedor de carteiras e caçado pela polícia durante a sessão de um circo.
O vagabundo acaba por se tornar uma estrela do Circo quando os espectadores pensam que a hilariante perseguição é mais uma parte do espetáculo. O proprietário termina por contratá-lo, mas como ele não repete a performance nos espetáculos seguintes, é aproveitado como porteiro.
Lá, ele desenvolve uma grande admiração pela filha do dono do circo, um homem intransigente, injusto, explorador, violento, e se mete em muitas situações embaraçosas. Ao descobrir que possui um rival, na pessoa de um equilibrista, sente que terá de competir com o mesmo, mas termina compreendendo que o melhor para sua amada é permanecer com o outro, porque ela o ama.
O vagabundo deixa o circo, onde era explorado, e segue em frente, sozinho, com sua liberdade.
"O Circo" é mais um clássico do genial Charles Chaplin. Nele, além da direção, Chaplin assina o roteiro, a produção, a trilha sonora e a edição.
O filme é garantia de muitos risos e apresenta vários momentos inesquecíveis, como no caso da perseguição dos policiais em uma casa de espelhos, ou quando ele caminha na corda-bamba com macacos pendurados em sua cabeça.
Como em vários de seus filmes, Chaplin faz uma crítica ao capitalismo, onde o proprietário representa o empresário explorador e o vagabundo faz as vezes do trabalhador explorado e enganado, o verdadeiro artista sem o qual a produção não existe. A exploração atinge o ponto mais alto quando o vagabundo é obrigado a andar na corda-bamba para não perder o emprego, numa metáfora da posição do empregado ante a postura desumana do empresário.
CAA